Sou enormemente grato a todas essas pessoas. Primeiramente Digo Assis. Ainda na época de “muleque” filosofávamos sobre a vida sem nem ter ideia do que era isso e já começávamos tímida e inseguramente a buscar nosso lado espiritual. Parte do que sou hoje foi lapidado em momentos de convivência com Rodrigo durante minha infância. Impressiona como estamos tão distantes e ainda assim existe uma grande sintonia quando nos reencontramos.
Matheuzinho veio depois. Com Matheus Almeida aprendi na marra a lidar com o leão presente no outro. Com uma presença forte que não se deixa influenciar facilmente e adora deixar sua marca por onde passa, me fez aprender a competir, a lutar por um espaço. Hora eu o odiava, hora o adorava. As primeiras percepções do ser egoico que existia em mim se deu neste momento. Nele consegui enxergar o amor mascarado. Aquele amor enrustido, doido para desabrochar. Matheus, na época de escola, contribuiu para que eu desse boas gargalhadas e fizesse as grandes merdas que adubaram minha vida.
Matheuzinho veio depois. Com Matheus Almeida aprendi na marra a lidar com o leão presente no outro. Com uma presença forte que não se deixa influenciar facilmente e adora deixar sua marca por onde passa, me fez aprender a competir, a lutar por um espaço. Hora eu o odiava, hora o adorava. As primeiras percepções do ser egoico que existia em mim se deu neste momento. Nele consegui enxergar o amor mascarado. Aquele amor enrustido, doido para desabrochar. Matheus, na época de escola, contribuiu para que eu desse boas gargalhadas e fizesse as grandes merdas que adubaram minha vida.
O terceiro grande mestre foi a mãe Marcia. Quem me apresentou à Umbanda, me permitindo explorar toda minha sensibilidade e acessar pensamentos que só se consegue em um estado alterado de consciência. Muito paciente tentou responder à todas as minhas questões, acolhendo em seu lar e seus braços, sempre com muito amor, um garoto assustado e curioso com todas as novidades de um novo mundo. Consegui resumir alguma coisa do que vivi nesse tempo aqui: Minha Experiencia na Umbanda.
Um pouco depois conheci mais 2 grandes mestres. Sergio Venuto e Sergio Kienteca. Esses vieram com tudo. Me fazendo questionar fortemente aspectos da minha realidade. Temas do cotidiano como emprego, faculdade, moradia eram pauta de nossas conversas e a desconstrução de antigos paradigmas se deu de forma bem intensa…
Kienteca, compartilhando seus dias tardes e noites, descobrimos um novo mundo através da verdade presente em nossos corações. “Entrando em parafuso”, tentando achar a resposta para nossas perguntas, caminhávamos juntos tropeçando e aprendendo com nossa afirmações fundamentadas no nosso mais sensato achismo.
Venuto explorando a livre aprendizagem, o bem viver, o custo zero, o realizar, trabalhando as questões mais densas da vida. O aspecto material, as teorias concretas e a razão sempre foram e ainda é são muito bem desenvolvidos quando estou com Sergio Venuto. Uma das pessoas que mais admiro. Em minha opinião sua generosidade e humildade são imensuráveis.
Tempos mais tarde redescobri o amor na querida Mari Quinteiro. Me fascinou com sua filosofia de vida tão semelhante à minha, mesmo sem saber de todas as teorias que eu havia estudado. Me fez aprender muito compartilhando sua experiencia de vida e sua casinha. Mari foi a pessoa que mais me fez entender que as coisas tem suas razões para acontecerem e as pessoas tem seus motivos para agirem da forma como agem. Quem me ajudou à enxergar além das fronteiras entre certo e errado. Carrego-a no coração eternamente. Nessa meiga menina consigo ver a manifestação mais pura do amor.
Eis que, do nada, surge Marina. Transbordando alegria, com um sorriso maior que o próprio rosto e a gargalhada mais gostosa que já tive o prazer de apreciar. Um jeitinho de mulher, de criança, fascinante. Uma agradabilíssima companhia para qualquer hora. Se alguém detém o segredo de como viver feliz e de bem com a vida, ela se chama Marina Nicolaiewsky. Um mundo de Marinas seria uma explosão de cores. A admiração não é pouca por essa artista da vida.
Zezito foi quem veio em seguida. E muitos são os que o vêem e o respeitam como mestre. Dono de um vasto conhecimento sobre o corpo humano e sua relação com as emoções. Uma sensibilidade espiritual altamente desenvolvida e uma capacidade de acolher o mundo em seus braços. “Caridade” e “prazer em servir” deveriam ser seus segundos nomes.
Apesar do pouco tempo de convívio, Zé Vivo foi aquele que me fez alcançar os pensamentos mais profundos do meu eu. Paradoxos que tive dificuldade em compreender. Dono de uma forte personalidade, me introduziu aos grandes saberes ocultos na alimentação viva e surgiu do dia pra noite. Apenas para me mostrar um caminho escondido dentro de mim.
Agora, mais uma vez, o simples ato de fluir e se permitir me levou à um lugar mágico para conhecer uma pessoa linda e somar forças para desenvolver um belo trabalho. A sintonia foi forte. Acompanhado da amável e sensível Glória, Aiuruoca é o lugar do meu mais novo pouso.
"Cada novo amigo que ganhamos no decorrer da vida aperfeiçoa-nos e enriquece-nos, não tanto pelo que nos dá, mas pelo que nos revela de nós mesmos."