"Quantos assentados do MST foram recrutados entre militantes urbanos, falsificando completamente o panorama dos "conflitos rurais"? Qual é o peso estatístico real de duzentos assassinatos de homossexuais num país que tem 50 mil homicídios por ano, mesmo sem averiguar quantos daqueles foram assassinados por seus parceiros? Quantas pesquisas sociológicas com resultado previamente estabelecido pelas fundações estrangeiras que as financiaram foram realizadas nas universidades brasileiras nos últimos anos, e quantas foram em seguida usadas como material de propaganda por ONGs e "movimentos sociais", se não como argumento cabal para justificar leis e decretos? Quanto dos benefícios distribuídos pelo governo federal aos pobres foi pago com puro dinheiro de empréstimos, endividando as gerações vindouras para ganhar os votos da presente? Quantos crimes de morte são praticados com armas legais registradas, e quanto com armas clandestinas cuja circulação o tal "desarmamento civil" não poderá diminuir em nada? Quantas leis e decisões federais vieram prontas de organismos internacionais e tiveram seu caminho aplanado por campanhas bilionárias financiadas do exterior? Quantas delas vieram de decisões tomadas no Foro de São Paulo com anos de antecedência, em assembleias promíscuas onde terroristas, narcotraficantes e sequestradores debatem em pé de igualdade com políticos eleitos? Se for liberado o comércio de drogas, quem terá mais chances objetivas de dominar esse mercado?"
(fonte: www.midiasemmascara.org)
Bom é saber que muitos jovens já acordaram. Esses que não apenas se informam, mas agem. Agem como se quisessem uma mudança no amanhã. Que veem o próximo ano pensando no retrospecto positivo do último. Que não sabem onde querem chegar mas tem a certeza de que algo não está nada bem. E não interessa onde se quer chegar. O que importa é sair dessa estagnação. Hoje não há necessidade de ser um cientista social, um historiador, nem mesmo um grande ativista para obter as respostas dessas perguntas. Qualquer um com uma curiosidade um pouco mais aguçada consegue compreender como a sociedade funciona. Basta se informar, e a partir dai, começar a ação. A fase da revolução cultural terminou, já estamos em plena revolução social.
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