''Não há separação entre eu e o planeta. Entre eu e as pessoas. Entre eu, o céu, as rochas,
plantas e animais. Todos somos um. Um grande um.
Quando se fala de sustentabilidade há por trás a crença de que podemos interferir nos
rumos do planeta. Mas isso é uma crença equivocada. Nessa forma, acredita-se que há uma
separação entre eu e o planeta. Que as coisas que acontecem na Terra são reflexos de nossas
ações e que por isso nós podemos parar com este processo.
Mas nesta visão há a crença de separação. O homem fez e faz à Terra e quando quiser pode
mudar suas ações. Esta é uma visão reta, linear, com um direcionamento do homem para
a Terra. Mas esta forma não é linear e, sim, circular. O que é feito com o planeta é reflexo
do que fazemos com nós mesmos. A Terra é um espelho dos homens. Não cuidamos de nós
mesmos. Não cuidamos de nosso corpo. De nossa mente, palavras e ações.
Há um grande vazio interno. Uma grande corrida para algum lugar, que não sabemos aonde.
Consumimos em busca de algo que não encontramos dentro de nós. De um prazer que não
conseguimos sentir. Destruímos buscando desesperadamente uma nova forma. Destruímos
porque nada nos satisfaz.
O barulho imposto às cidades reflete a falta e o medo do silêncio que sentimos.
A poluição imposta às cidades reflete o lixo mental que impregna as nossas mentes todo o
tempo.
A incapacidade de enxergar os outros seres vivos reflete a cegueira quanto a quem somos nós.
A falta de gratidão pelo que o planeta oferece reflete a impossibilidade de sermos gratos pelas
relações e experiências que vivenciamos.
A Terra é um grande espelho da humanidade. Não há nada fora que não esteja dentro. A dor
que infligimos ao planeta é a mesma dor que infligimos a nós mesmos. O mesmo movimento
de destruição visto do lado de fora é reflexo da insatisfação vivenciada em nossas vidas.
Não temos que salvar a Terra. Temos que salvar a nós mesmos.
Não temos que proteger e amar a Terra. Temos que proteger e amar a nós mesmos.
A Terra é linda. Perfeita. Harmônica. Cheia de vida e graça. Somos assim também. Seres
perfeitos e divinos.
A força da Terra é a força que temos. A beleza da Terra é a beleza que somos.
A capacidade de autossustentação que a Terra tem também está em nós. Por que é tão difícil
percebemos que já temos tudo o que precisamos?
Quando nós nos reconhecermos no planeta, perceberemos o quão divinos somos. Ela nós
oferece tudo. Do alimento, ao ar, às experiências. Também temos tudo dentro de nós. A paz
que almejamos, o amor que buscamos e o conforto e o senso de pertencimento que seguimos.
Ao nos aquietarmos, percebemos que somos sustentáveis. Sustentáveis, como a mãe Terra.
Não há nenhum lugar para ir, o que buscar fora. Está tudo aqui, dentro de nós. Está tudo
aqui, no planeta que moramos. A melhor comida vem da Terra. O melhor ar, a melhor água, a
melhor sombra. O calor que precisamos, o solo para servir de base de nossa experiências, os
seres a nossa volta para trocarmos e aprendermos.
O silêncio mais vivo está em nós. O maior e mais bonito amor que buscamos está em
nós. O aconchego e a proteção que buscamos, é encontrada dentro de nós. Precisamos
ser sustentáveis como seres divinos que somos. E então, não se falará mais sobre
sustentabilidade. Pois tudo será uma coisa só.''
plantas e animais. Todos somos um. Um grande um.
Quando se fala de sustentabilidade há por trás a crença de que podemos interferir nos
rumos do planeta. Mas isso é uma crença equivocada. Nessa forma, acredita-se que há uma
separação entre eu e o planeta. Que as coisas que acontecem na Terra são reflexos de nossas
ações e que por isso nós podemos parar com este processo.
Mas nesta visão há a crença de separação. O homem fez e faz à Terra e quando quiser pode
mudar suas ações. Esta é uma visão reta, linear, com um direcionamento do homem para
a Terra. Mas esta forma não é linear e, sim, circular. O que é feito com o planeta é reflexo
do que fazemos com nós mesmos. A Terra é um espelho dos homens. Não cuidamos de nós
mesmos. Não cuidamos de nosso corpo. De nossa mente, palavras e ações.
Há um grande vazio interno. Uma grande corrida para algum lugar, que não sabemos aonde.
Consumimos em busca de algo que não encontramos dentro de nós. De um prazer que não
conseguimos sentir. Destruímos buscando desesperadamente uma nova forma. Destruímos
porque nada nos satisfaz.
O barulho imposto às cidades reflete a falta e o medo do silêncio que sentimos.
A poluição imposta às cidades reflete o lixo mental que impregna as nossas mentes todo o
tempo.
A incapacidade de enxergar os outros seres vivos reflete a cegueira quanto a quem somos nós.
A falta de gratidão pelo que o planeta oferece reflete a impossibilidade de sermos gratos pelas
relações e experiências que vivenciamos.
A Terra é um grande espelho da humanidade. Não há nada fora que não esteja dentro. A dor
que infligimos ao planeta é a mesma dor que infligimos a nós mesmos. O mesmo movimento
de destruição visto do lado de fora é reflexo da insatisfação vivenciada em nossas vidas.
Não temos que salvar a Terra. Temos que salvar a nós mesmos.
Não temos que proteger e amar a Terra. Temos que proteger e amar a nós mesmos.
A Terra é linda. Perfeita. Harmônica. Cheia de vida e graça. Somos assim também. Seres
perfeitos e divinos.
A força da Terra é a força que temos. A beleza da Terra é a beleza que somos.
A capacidade de autossustentação que a Terra tem também está em nós. Por que é tão difícil
percebemos que já temos tudo o que precisamos?
Quando nós nos reconhecermos no planeta, perceberemos o quão divinos somos. Ela nós
oferece tudo. Do alimento, ao ar, às experiências. Também temos tudo dentro de nós. A paz
que almejamos, o amor que buscamos e o conforto e o senso de pertencimento que seguimos.
Ao nos aquietarmos, percebemos que somos sustentáveis. Sustentáveis, como a mãe Terra.
Não há nenhum lugar para ir, o que buscar fora. Está tudo aqui, dentro de nós. Está tudo
aqui, no planeta que moramos. A melhor comida vem da Terra. O melhor ar, a melhor água, a
melhor sombra. O calor que precisamos, o solo para servir de base de nossa experiências, os
seres a nossa volta para trocarmos e aprendermos.
O silêncio mais vivo está em nós. O maior e mais bonito amor que buscamos está em
nós. O aconchego e a proteção que buscamos, é encontrada dentro de nós. Precisamos
ser sustentáveis como seres divinos que somos. E então, não se falará mais sobre
sustentabilidade. Pois tudo será uma coisa só.''
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